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Skull & Bones

Posted by Iguanamaster at segunda-feira, 14 de setembro de 2009
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Falemos agora de uma organização poderosa dos Illuminati nos Estados Unidos, a ordem Skull & Bones.



Seus próprios membros a denominavam The Order (A Ordem).



Conhecida há mais de 150 anos como grupo local 322 de uma sociedade secreta alemã: outros a denominam de Brother-hood of Death (Fraternidade da Morte). A ordem secreta Skull & Bones (Crânio e Ossos) foi introduzida na Universidade Yale por William Huntington Russel e Alphonso Taft em 1833. Foi Russel que a trouxe, após seus estudos em 1832, da Alemanha para Yale. A ordem foi incorporada no Russel Trust em 1856.



William Russel tornou-se, em 1846, membro da assembléia do estado de Connecticut e, em 1862, foi nomeado general da guarda nacional.



Alphonso Taft tornou-se ministro da Guerra em 1876, depois vice-general e embaixador dos Estados Unidos na Rússia em 1884. Seu filho tornou-se mais tarde primeiro magistrado e depois presidente dos Estados Unidos.



Uma velha tradição pede que se represente sobre os túmulos dos franco-maçons com grau de mestre, um crânio e ossos dispostos em forma de cruz. Isso remonta também a um rito dos templários em 1227 d.C. O nome da ordem vem provavelmente de uma dessas tradições.



Yale é a única universidade com sociedades secretas onde são admitidos somente os seniors, quer dizer os amigos. As duas outras sociedades secretas são os Scroll & Key (Rolo e Chave) e Wolf's Head (Cabeça de Lobo).



Os candidatos são exclusivamente brancos, homens, protestantes e são originários, habitualmente de famílias muito ricas. Freqüentemente, seus pais já eram membros da mesma ordem. Durante o último ano de estudo, são denominados cavaleiros, mais tarde eles se tornam patriarcas vitalícios.



Os patriarcas encontram-se para as reuniões no Deer Island Club em Nova Iorque. Esse clube deve sua existência desde 1907 ao patriarca Georges Douglas. O Deer Island Club assim como o Russel Trust são administrados e dirigidos somente pelos patriarcas.



É espantoso verificar que os membros mais eminentes da Eastern Liberal Establishment (o Estabelecimento da costa leste) sempre foram membros de uma dessas sociedades. Segundo Gary Allen, o Estabelecimentoda costa leste é a perífrase da máfia financeira, política, acadêmica e da mídia controlada pelos Rockefeller.



A propósito, um banco digno de ser mencionado é o “W. A. Harriman Co.” Seu fundador, William Averall Harriman, foi iniciado na ordem Skull & Bones em 1913. Nos anos 20, W. A. Harriman foi aquele que mais sustentou os russos com dinheiro e auxílios diplomáticos. Seu sustento financeiro vinha do “Ruskombank” o primeiro banco comercial soviético. Max May, vice-presidente do Guaranty Trust e membro dos Skull & Bones tornou-se o primeiro vice-presidente do “Ruskombank”.



A Guaranty Trust estava sob o controle do banco “J. P. Morgan & Co.” (banco associado ao banco N. M. Rothschild), e alguns dos associados de “J. P. Morgan” eram membros de Skull & Bones. Aí foram iniciados: Harold Stanley em 1908 e Thomas Cochran em 1904. O capital inicial para o Guaranty Trust vinha de Whitney, Rockefeller, Vanderbilt e Harriman; todas essas famílias tinham membros na ordem Skull & Bones.
Percy Rockefeller foi o único de sua família a ser aí admitido.



O mesmo representava os investimentos Rockefeller na “Guaranty Trust” e foi seu diretor de 1915 a 1930.

Resumo dos bancos acima citados:



O N. M. Rothschild & Sons Bank tinha suas sucursais em Londres, Paris, Viena e Berlim.



Os Rothschild controlavam durante esse período da história, a cidade de Londres e por isso, também as colônias da coroa britânica e o governo inglês, assim como, o governo francês, o “Comitê dos 300”, os Iluminados da Baviera e, como conseqüência, todas as lojas secretas da Europa e dos Estados Unidos infiltradas pelos Illuminati.



Com o auxílio de seus representantes o Khun Loeb Bank cujo diretor era Jacob Schiff, o August Belmont & Co. Bank e o J. P. Morgan & Co. Bank nos Estados Unidos, assim como, o M. M. Warburg Gesellschaft em Hamburgo e Amsterdam, os Rothschild tinham erigido entre outros, o Standard Oil-Imperium de Rockefeller, as estradas de ferro Harriman e as usinas siderúrgicas Carnegie, controlavam, dessa forma, a maior parte da economia americana.



Os bancos citados acima estavam entre os mais poderosos do mundo, todos sob o controle dos Rothschild. Como pudemos ver, estamos apenas no modesto início do império Rothschild.
 
Fonte: As Sociedades Secretas e seu Poder no Século XX
Jan Van Helsig
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Ordem dos Templários

Posted by Iguanamaster at quarta-feira, 9 de setembro de 2009
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Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim "Pauperes commilitones Christi Templique Solomonici"), mais conhecida como Ordem dos Templários ou Ordem do Templo (em francês "Ordre du Temple" ou "Les Templiers"), foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria. A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de assegurar a segurança dos muitos cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.



Oficialmente aprovada pela Igreja Católica em torno de 1129, a Ordem tornou-se uma das favoritas da caridade em toda a cristandade, e cresceu rapidamente quer em membros quer em poder. Os cavaleiros templários, em seus característicos mantos brancos com a cruz vermelha, estavam entre as mais qualificadas unidades de combate nas Cruzadas. Os membros não-combatentes da Ordem geriam uma vasta infra-estrutura econômica em toda Cristandade, inovando em técnicas financeiras que constituíam o embrião de um sistema bancário, e erguendo muitas fortificações por toda a Europa e a Terra Santa.



O sucesso dos Templários esteve estreitamente vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França, profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos, torturados até darem falsas confissões, e então, serem queimados em estacas. Em 1312, o Papa Clemente, sob contínua pressão do rei Filipe, dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que têm mantido o nome dos Templários vivo até aos nossos dias.

História

A Ordem foi fundada por Hugo de Payens após a Primeira Cruzada, em 1119, com a finalidade de defender a Terra Santa dos ataques dos maometanos, mantendo os reinos cristãos que as Cruzadas haviam fundado no Oriente.



Os seus membros faziam voto de pobreza e seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede (junto ao local onde existira o Templo de Salomão, em Jerusalém) do voto de pobreza e da fé em Cristo surgiu o nome "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão".



A regra dessa ordem religiosa de monges guerreiros (militar) foi escrita por São Bernardo. A sua divisa foi extraída do Livro dos Salmos: "Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini Tuo da gloriam" (Sl 115,1) que significa "Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória".



O seu crescimento vertiginoso, ao mesmo tempo que ganhava grande prestígio na Europa, deveu-se ao grande fervor religioso e à sua incrível força militar. Os Papas guardaram a ordem acolhendo-a sob sua imediata proteção, excluindo qualquer intervenção de qualquer outra jurisdição fosse ela secular ou episcopal. Não foram menos importantes também os benefícios temporais que tal ordem recebeu dos soberanos da Europa.
O poder da Ordem tornou-se tão grande que, em 1139 que o papa Inocêncio II emitiu um documento declarando que os templários não deviam obediência a nenhum poder secular ou eclesiástico, apenas ao próprio papa.



Um contemporâneo (Jacques de Vitry) descreve os Templários como "leões de guerra e cordeiros no lar; rudes cavaleiros no campo de batalha, monges piedosos na capela; temidos pelos inimigos de Cristo, a suavidade para com Seus amigos".


Levando uma forma de vida austera não tinham medo de morrer para defender os cristãos que iam em peregrinação a Terra Santa. Como exército nunca foram muito numerosos aproximadamente não passavam de 400 cavaleiros em Jerusalém no auge da ordem, mesmo assim foram conhecidos como o terror dos maometanos. Quando presos rechaçavam com desprezo a liberdade oferecida a preço de apostatarem (negação da Fé cristã).



Crescimento da ordem e a perda de sua missão



Com o passar do tempo a ordem ficou riquíssima e muito poderosa: receberam várias doações de terras na Europa, ganharam enorme poder político, militar e econômico, o que acabou permitindo estabelecer uma rede de grande influência no continente.


Também começaram a ser admitidas na ordem, devido à necessidade de contingente, pessoas que não atendiam aos critérios que eram levados em conta no início. Logo, o fervor cristão, a vida austera e a vontade de defender os cristãos da morte deixaram de ser as motivações principais dos cavaleiros templários.
A riqueza da ordem atrai o Estado e a igreja Católica



Felipe IV pensou em apropriar-se dos bens dos Templários, e por isso havia posto em andamento uma estratégia de descrédito, acusando-os de heresia. A perseguição aos templários começou em 1307, quando o rei da França, acusou os templários de heresia e imoralidade.



No dia 13 de Outubro de 1307 (sexta-feira) o rei obrigou o comparecimento de todos os templários da França. Os templários foram encarcerados em masmorras e submetidos a torturas para se declararem culpados de heresia, no pergaminho redigido após a investigação dos interrogatórios, no castelo de Chinon, no qual Felipe IV da França (Felipe, o Belo) havia prendido ilicitamente o último grão-mestre do Templo e alguns altos dignitários da Ordem.



O Pergaminho de Chinon atesta que o Papa Clemente V absolveu os templários, das acusações de heresia, evidenciando, assim, que a queda histórica da Ordem deu-se por causa da perda de sua missão e de razões de oportunismo político.


Da perda de sua missão o que caracterizou não mais uma vida austera como no inicio da ordem se aproveitou o Rei Felipe IV, o Belo, para se apoderar dos bens da Ordem, acusando-a de ter se corrompido. Ele encarcerou os Superiores dos Templários, e, depois de um processo iníquo, os fez queimar vivos, pois obtivera deles confissões sob tortura, que eram consideradas nulas pelas leis da Igreja e da Inquisição, bem como pelos Concílio de Vienne (França) em 1311 e Concílio regional de Narbona (França) em 1243.
A Sentença do Papa Clemente V à Ordem

A ata de Chinon declara que os Templários não dissolvidos, mas absolvidos, suscitou a reação da monarquia francesa, tanto que obrigou Clemente V à ambígua discussão sancionada em 1312, durante o Concílio de Vienne, com a bula «Vox in Excelso», na qual declarava que o processo não havia comprovado a acusação de heresia.



Ao declarar que o processo não tinha comprovado a acusação de heresia, Clemente V suspendeu a Ordem dos Templários mediante uma sentença não definitiva, sem dissolvê-la, para impedir um cisma com a França, reintegrando os altos dignitários Templários e sua riqueza na comunhão da Igreja.



O Pergaminho de Chinon declara que o Papa Clemente V absolveu os templários, das acusações de heresia, mostrando assim, que o Pontífice não considerou a ordem como sendo herege (conforme se especulava). E que deu a absolvição ao último grão-mestre dos Templários, Jacques de Molay, e aos cavaleiros da Ordem.



O Pontífice ainda permitiu a eles "receber os sacramentos cristãos e serem acompanhados por um capelão" até os últimos momentos de sua vida quando foram executados pela Inquisição Católica com uma morte exemplar.

Esta "morte exemplar" determinada pela Inquisição era a morte na fogueira, após longos períodos de tortura física e psicológica. Esta foi uma das mais cruéis formas de execução da Idade Média. Os cavaleiros não foram queimados vivos nas chamas ardentes. Segundo dados históricos, eles foram queimados lentamente em brasas, numa forma parecida com a "defumação".
Considerações finais



A destruição da Ordem do Templo propiciou ao Rei francês não apenas os tesouros imensos da Ordem (que estabelecera o início do sistema bancário), mas também a eliminação do exército da Igreja, o que o tornava senhor rei absoluto, na França.



Nos demais países a riqueza da ordem ficou com a Igreja Católica.



Antes de ser queimado vivo em 1314, Jacques de Molay teria intimado o Rei Felipe O Belo e o Papa Clemente V a comparecer ao julgamento de Deus a partir da pira. Afirmou que Felipe O Belo e seus descendentes teriam algum revés letal. O rei Felipe veio a falecer no mesmo ano de 1314, assim como o Papa Clemente V. Nos catorze anos seguintes, os três filhos do rei, que seriam seus sucessores no trono, faleceram, encerrando a linhagem direta de 300 anos dos reis Capetianos (Capet), levando muitos a crer que a dinastia fora amaldiçoada - daí o nome "Os Reis Malditos" (Les Rois Maudits). De Molay teria desafiado o rei e o Papa a encontrá-lo novamente diante do julgamento de Deus antes que o atual ano terminasse - apesar de esta frase não constar em relatos modernos da execução de Jacques de Molay. Felipe o Belo e Clemente V de fato morreram ainda no ano de 1314. Esta série de eventos formam a base de Les Rois Maudits (Os Reis Malditos), uma série de livros históricos de Maurice Druon.

Ironicamente, o Rei Luis XVI era um descendente de Felipe O Belo e sua neta Rainha Joana II de Navarre. Quando a cabeça do rei Luis XVI caiu na cesta da guilhotina, um homem não identificado se aproximara. Mergulhou a mão no sangue do monarca, sacudindo-a no ar e gritara: "Jacques de Molay, fostes vingado!"

Fonte: Wikipedia
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A Origem da Sociedade Illuminati

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Na noite de 30 de abril para 1º de maio de 1776, a chamada Noite de Walpurgis, um grupo de homens estava reunido em um bosque na Baviera, no sul da Alemanha, para juramentar a consecução de seus objetivos finais: a criação da sociedade secreta chamada Illuminati ou Iluminados da Baviera. Adam Weishaupt, professor de Direito Canônico na Universidade de Ingoldstadt, foi o fundador desta Ordem.

Apesar da sua família ser de origem judaica, Weishaupt converteu-se ao Cristianismo e ingressou no Colégio de Jesuítas, onde logo destacou-se graças a sua fantástica memória e inteligência. Na biblioteca de seu avô, Adam tomou contato com obras de filósofos franceses e livros sobre a maçonaria, começando a se interessar por estudar sociedades secretas e organizações similares. Quando a Igreja descobriu os interesses ocultos de Weishaupt, ele foi expulso da sua instituição. Não se pode dizer que Adam tenha sentido muito esta expulsão, já que estava convencido de que o plano de Deus para a humanidade e seu desenvolvimento era débil e impraticável em um mundo dominado pelo materialismo do século 18. Assim, decidiu trocar de lado na sua crença e buscar outro tipo de iluminação espiritual, justamente a contrária daquela buscada pelo Cristianismo e o Catolicismo: o Luciferianismo.

Adam Weishaupt fundou uma organização similar à maçonaria, ou com os jesuítas, mas com uma doutrina oposta, protegida pelo ocultismo e pelo segredo absoluto entre seus membros. Os símbolos que figuravam como representantes da Ordem de Weishaupt eram uma pirâmide cortada no ápice com um olho aberto em seu interior, o chamado Olho que Tudo Vê. Seus primeiros adeptos foram 4 alunos de sua própria cátedra, que inicialmente se dedicaram à norma básica de somente aceitar a adesão de pessoas bem situadas social ou economicamente. Por isso, buscou e encontrou desde o primeiro momento o apoio econômico de um banqueiro internacional que passou para a história como um dos homens mais ricos do planeta: Meyer Amschel Rothschild.

A estratégia de crescimento seletivo deu certo e logo apareceu o primeiro adepto de nivel social elevado, um barão protestante de Hannover chamado Adolph Franz Fridriech Ludwig Von Knigge, que havia sido iniciado na maçonaria regular e acabou por iniciar Weishaupt na Loja Maçônica de Munique. Em pouco tempo, os Illuminati passaram a liderar lojas maçônicas e abriram diversas lojas na Alemanha, Áustria, Suiça, Hungria, França e Itália. Apenas 2 anos depois da sua criação, havia somente 20 estudantes universitários, todos os demais pertenciam à nobreza, política, ou exerciam profissões liberais como Medicina e Direito.

Segundo o que se revelava aos novos membros, seus objetivos tratavam da substituição da velha ordem reinante no Mundo por uma outra nova, em que os Illuminati atuariam como comandantes supremos de todos os setores sociais, políticos e financeiros. Isso equivale a estabelecer um Governo Mundial Illuminati. Trata-se de infiltrar os iniciados na administração do Estado, sob a cobertura do segredo, com o objetivo de que chegue o dia em que embora a aparência seja a mesma as coisas sejam muito diferentes. Somente dessa maneira é possível estabelecer um governo universal, uma forma de governo que se estenda por todo o planeta, apesar de diferenças culturais ou sociais, sem que as massas se levantem contra o plano. Para alcançar tal meta, Weishaupt introduziu a Sociedade Illuminati dentro da maçonaria e tratou de angariar membros nas maiores potências mundiais, sempre seguindo o plano da Nova Ordem.

Os maçons já acreditavam em sua doutrina que o sistema global de governo único chegaria pacifica e espontaneamente, mas Weishaupt dizia que ofereceria a possibilidade de encurtar esse prazo e não ter que esperar centenas, talvez milhares de anos, até que o governo global pacífico esperado surgisse espontaneamente. Weishaupt ofereceu o plano para os maçons e em troca exigia obediência cega. Ele prometia concretizar o plano em poucos anos, talvez no curso de uma geração, embora para isso tivesse que usar de violência social e individual. O resultado foi que em 1789, Adam Weishaupt e sua sociedade secreta controlava através de intermediários a maior parte das lojas maçônicas no Mundo, desde o norte da África até a Suécia, da Espanha e Irlanda até a Rússia, e também as novas lojas maçônicas nos Estados Unidos da América. A partir de então, o cenário mundial passou a ser definitivamente influenciado e, até mesmo, determinado pelas decisões secretas de membros da Sociedade Maçônica Illuminati

A FAMÍLIA ROTHSCHILD E O PLANO ILLUMINATI

John Todd, membro do Conselho Maçônico dos Treze, entidade mundial que organiza e comanda a maçonaria no mundo, deu uma entrevista em janeiro de 1991 à revista estadunidense Progress For All onde afirma que o famoso ícone da pirâmide e o olho resplandecente, símbolo Illuminati e também adotado pela maçonaria presente no verso da nota de um dólar, o qual em geral se diz que é Deus, representa na verdade algo muito diferente: o olhar vigilante de Lúcifer. Segundo o seu depoimento, John Todd diz que a imagem foi criada por Rothschild e levada aos Estados Unidos por dois importantes maçons (Illuminati) e fundadores dessa nação: Benjamin Franklin e Alexander Hamilton. "A família Rothschild é a cabeça da organização em que eu ingressei no Colorado", diz Todd, "e todas as irmandades ocultas fazem parte dela", "porque, na verdade, todas pertencem ao mesmo grupo dirigido por Lúcifer através dessas entidades para instaurar o seu governo único em âmbito mundial".

Desde o primeiro momento, a família Rothschild amparou e financiou o plano dos Iluminados da Baviera, a ponto de Meyer Rothschild reuni-los em sua própria casa de Frankfurt, em 1786. O objetivo principal desta reunião seria os preparativos para a Revolução Francesa, que teve lugar alguns anos depois e que colocaria os Illuminati e a maçonaria no poder político na Europa. Ali, naquela reunião, foi acertado, entre outras coisas, todo o processo de agitação pré-revolucionária, o julgamento e a execução do Rei francês Luis XVI e a criação da Guarda Nacional Republicana para proteger o novo regime, conceitualmente maçônico. Seguindo o projeto Illuminati, também se traçou um plano para estender o processo revolucionário ao resto do continente europeu e provocar um verdadeiro cataclisma político e social, seguindo o dito maçônico "Ordo Ab Chaos" (Ordem Vinda do Caos) beneficiando os interesses da sociedade illuminati e maçonaria. Cria-se o caos através de violência urbana, pestes e guerras, até que a sociedade cansada e sofrida exija que alguém tome os seus direitos civis para impor uma ordem, uma solução ao caos gerado. Nesse momento, é que os Illuminati , os mesmos criadores do caos, aparecem para apresentar à nação a sua Ordem.
Dois anos antes de morrer, em 1812, Meyer Rothschild, o primeiro dos Rothschild, já havia planejado o futuro do seu negócio junto aos Illuminati e seus descendentes, colocando seus 5 filhos varões como acionistas de seus bancos que passariam a constituir a empresa Meyer Amschel Rothschild & Filhos. Assim, foi estabelecida a primeira rede financeira européia de grande alcance, porque cada irmão instalou-se em uma cidade diferente e abriu o seu próprio estabelecimento, que representava uma quinta parte da propriedade geral. Os irmãos haviam se comprometido a prosseguir fielmente o trabalho do pai, incondicionalmente. Seu enriquecimento econômico aumentou absurdamente à medida que cresceu a sua influência nos distintos governos europeus desde então. O resultado deste processo foi que, a partir de então, a Casa Rothschild converteu-se em sinônimo de riqueza inestimável e poder sem fronteiras.

Iniciaram as guerras Napoleônicas e os Rotshchild apoiaram igualmente Napoleão e a Inglaterra, controlando os dois lados da moeda. Mas a jogada de mestre teve lugar no início da Batalha de Waterloo. Meyer foi testemunha privilegiada da batalha e quando percebeu que Marte, o deus da guerra, sorria para os britânicos, saiu dali a galope. Incansável, chegou à costa francesa, onde pagou para cruzar com urgência o canal da mancha e, uma vez do outro lado, voltou a galopar até chegar a Londres. Ali, correu para a Bolsa de Valores de Londres e, agitado, começou a vender ações londrinas a qualquer preço, até que se desfez de todas elas. Os demais agentes da Bolsa de Valores conheciam o potencial informativo da Casa Rothschild e sua rede bancária no século 19, e por isso deduziram que tal atitude só poderia significar uma coisa: a derrota da Inglaterra para o exército de Napoleão. O pânico apoderou-se da Bolsa, que caiu a índices jamais vistos. Em meio ao caos, somente um pequeno grupo de agentes anônimos dedicava-se a comprar todas as ações que estavam sendo vendidas, que queimavam nas mãos dos vendedores a preços miseráveis. Pouco tempo depois, quando chegou de fato a notícia verídica de que a França e Napoleão haviam sido derrotados pela Inglaterra, a Bolsa disparou e as ações londrinas recuperaram-se rapidamente. Entretanto, havia agora uma diferença: as mais importantes ações estavam nas mãos de um banqueiro apenas que as havia comprado através dos agentes anônimos. Esse banqueiro era o próprio Rothschild, que tornou-se, assim, dono da economia da Inglaterra e da maioria da Europa. Desde então, a europa encontra-se nas mãos dos banqueiros internacionais, todos Illuminati, interessados em levar adiante o plano de seus antecessores. Estabeleceram, então, um novo desafio: o domínio do mercado da América.
Fonte: mortesubita Inc.
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Illuminati e a Guerra Fria

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Adam Weishaupt, que foi o fundador da sociedade secreta Illuminati, já possuía o apoio da maçonaria e da elite política e econômica da maioria da Europa e iniciava o controle do sistema financeiro e político da América. Seu objetivo era obter o Governo Único Mundial, mas ainda não tinha um plano concreto para isso. Surge, então, no final do século 19, um filósofo alemão chamado Georg Wilhelm Fridrich Hegel, que forneceu a solução que Adam Weishaupt e os Illuminati precisavam para chegar à tão almejada Nova Ordem Mundial dos Iluminados da Baviera.


 Hegel elaborou uma teoria filosófica que varreria as universidades européias e americanas e passaria a explicar o funcionamento do Mundo contemporâneo, a chamada Teoria Dialética.

Segundo Hegel, a existência de um tipo concreto de governo ou sociedade chamada TESE deveria provocar o aparecimento de uma sociedade exatamente oposta. Ou seja, uma sociedade contrária em todos os aspectos, chamada ANTITESE, em relação às características da primeira sociedade. Tese e Antitese começariam, então, a lutar entre si enquanto estivessem sob o menor contato, pois a existência de uma ameaça a existência da outra. Se ambas lutarem durante um longo período sem que nenhuma delas consiga aniquilar definitivamente a outra, a batalha evoluirá naturalmente para um terceiro tipo de sociedade, constituida por um sistema híbrido, resultado da mistura das duas primeiras, chamada SÍNTESE, ou Governo-Síntese, que nada mais é do que a Nova Ordem Mundal de Weishaupt e da sociedade Illuminati, acabando por absorver tudo, universalizando a sociedade. Essa teoria ficou conhecida como a Teoria da Dialética ou Tese x Antitese e baseia-se nas forças antagônicas que regem e controlam a Natureza: bem e o mal, agua e fogo, luz e escuridão, quente e frio, noite e dia, seco e molhado, raso e fundo e assim por diante. Isso explica o surgimento do Capitalismo e o Socialismo e a luta desencadeada pela Guerra Fria durante o Mundo dividido rm 2 blocos: capitalista e comunista. A maioria das pessoas pensa que isso ocorreu de forma ocasional, por coincidência. Mas, de fato, não foi. Tudo foi planejado e desenvolvido de modo a evoluir para o modo como as coisas estão.

Isso só poderia ser feito, na época, mediante a criação e a oposição de uma antitese, ou seja, uma nova sociedade contrária à civilização ocidental já existente, suficientemente poderosa para ameaçar o seu lugar no Mundo, embora não tanto a ponto de conseguir destruí-la. Após isso, bastaria manter a guerra entre ambas durante várias gerações para que, no fim, as massas humanas de um e outro lado, esgotadas pelos conflitos sucessivos, reclamassem aos gritos o surgimento de uma nova sociedade globalizada, sem antagonismos, cujo advento só seria possível através dos manejos nas sombras dos Illuminati. Como dizia o próprio Hegel: "O conflito provoca mudanças, e o conflito planejado produz mudanças planejadas".

Entretanto, no século XIX não havia, ainda, nenhuma nação parecida com o perfil do que deveria ser a Antitese de Hegel. Se a Tese baseava-se em governos cristãos, participação do setor privado e economicamente favoráveis à livre impresa e à individualidade; a Antitese, forçosamente, deveria ser formada por governos populares (só aparentemente), ateus e economicamente dirigidos pelo Estado, nos quais os cidadãos careceriam de autonomia pessoal. Coincidência ou não, em 1843, o filósofo alemão Karl Marx, que vivia em Paris, fundou a Associação Internacional dos Trabalhadores e, alguns anos mais tarde, publicou uma das obras literárias e políticas mais importantes do Mundo contemporâneo, financiado por membros Illuminati, que viria a instituir o Socialismo no Mundo, chamado: O Capital, seguindo ponto-a-ponto os ideais Illuminati.

Deu início então, durante a 1ª Guerra Mundial, a Revolução dos Bolcheviques na Rússia, financiada e cultivada pelos Illuminati e seus banqueiros internacionais oriundos da Família Rothschild, destruindo o Regime Czarista e instaurando o Regime Comunista e a formação da URSS. Com a 2ª Guerra Mundial, a URSS sai vitoriosa juntamente com os EUA, polarizando o Mundo em 2 grandes blocos, Ocidental e Oriental e dando início ao conflito Tese x Antitese planejado por Hegel. Posteriormente, é construído o Muro de Berlim e dá-se início, de fato, ao que ficou conhecido como Guerra Fria.
Fonte: mortesubita inc.
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Os Illuminati

Posted by Iguanamaster at sexta-feira, 4 de setembro de 2009
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A palavra Illuminati deriva do latim Illuminatus (aquele que é iluminado), e o nome é dado a vários grupos, antigos e modernos, alguns verdadeiros e outros fictícios.

Comumente, o termo Illuminati tem sido utilizado especificamente para referir-se aos Illuminati da Baviera. Usos “reais” e fictícios do termo referem-se a uma organização conspiracional que controlaria os assuntos mundiais secretamente, normalmente como versão moderna ou como continuação dos Illuminati bávaros. O termo Illuminati é empregado, algumas vezes,  como sinônimo de Nova Ordem Mundial.

Os Illuminati são amantes da ciência e tem o objetivo de provar que a ciência pode conviver com a religião harmonicamente. Fatos religiosos podem ser explicados cientificamente e até mesmo criados por ela.

Em 1920 Winston Churchill publicou uma declaração condenando os Illuminati e prevenindo os ingleses sobre uma conspiração de âmbito mundial, publicado em 8 de fevereiro de 1920 no London Herald.

Alguns fatos:


Woodrow Wilson fez três pronunciamentos no rádio em 1921 chamando a atenção para o controle crescente dos Illuminati sobre o sistema bancário norte-americano, onde dizia que "Existe um poder tão organizado, tão sutil, tão completo, tão penetrante que ninguém deve falar em voz alta quando fizer críticas a ele."

A BBC de Londres em 16 de novembro de 1984 afirmou que Cecil Rhodes, um financista inglês, concedia bolsas de estudos para arregimentar jovens de mentes brilhantes para os Illuminati. Bill Clinton foi um beneficiado por essas bolsas.
        

Os Illuminati foram perseguidos pela Igreja Católica na Idade Média. Eram mortos e seus corpos esquartejados. Muitos afirmam que estão se reorganizando para destruir a Igreja Católica como vingança pelos irmãos mortos e para instituir de fato a nova ordem mundial. Há boatos de que estão infiltrados em muitas organizações secretas pois assim teriam liberdade e não levantariam suspeitas.

Thomas Jefferson, defendeu que os Illuminati pretendiam espalhar informação e os princípios da verdadeira moralidade. Ainda atribuiu o caráter secreto dos Illuminati ao que chamou de “a tirania de um déspota e dos sacerdotes”. Dizem que os inimigos dos Illuminati foram os monarcas da Europa e a Igreja. Barruél afirmou que a Revolução Francesa (1789) foi planejada e controlada pelos Illuminati através dos jacobinos, e mais tarde os adeptos de teorias conspiratórias também alegaram a responsabilidade deles na Revolução Russa (1917), embora a Ordem tenha sido oficialmente extinta em 1790.
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